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Sogrape compra Quinta da Romeira

 
Quinta da Romeira

A Sogrape adquiriu a Quinta da Romeira, com 75 hectares de vinha, a maior folha de Arinto do país, que se situa na região de Bucelas.
 
 Fundada em 1942, com Mateus Rosé como joia da coroa, a Sogrape passou por um período de diversificação nacional e internacional, e hoje o seu nome é uma referência quando se pensa no Douro (Casa Ferreirinha) e em Vinho do Porto (Sandeman, Ferreira e Offley), no Dão (Quinta dos Carvalhais), no Vinho Verde (Gazela e Azevedo) e no Alentejo (Herdade do Peso).
 
“Entrar em Lisboa era, para a Sogrape, obrigatório. E fazê-lo através da sub-região de Bucelas é, para nós, um enorme motivo de alegria e orgulho, mas também de grande responsabilidade”, comenta Fernando da Cunha Guedes, CEO da Sogrape.
 
O Arinto de Bucelas “é uma denominação de origem muito especial, onde reina uma grande casta e se produzem vinhos de excecional qualidade”, reconhece Fernando da Cunha Guedes.
 
Partindo de Bucelas, e em particular da Quinta da Romeira que possui marcas reconhecidas como Prova Régia e Morgado de Sta. Catherina, a Sogrape tem previstos investimentos em toda a cadeia de valor, desde a viticultura, passando pela enologia, até ao mercado, para desenvolver um projeto sustentado e de longo- prazo na região de Lisboa. Tirar partido do bom momento que vivem estes vinhos e simultaneamente contribuir para dinamizar a região é o grande objetivo da Sogrape que começa o ano com uma grande notícia: “Nós vamos ajudar a mudar Lisboa”.
 
A Quinta da Romeira existe desde 1703, e aqui chegou a repousar o Duque de Wellington. Localizada em Bucelas, a 30 minutos de Lisboa, a propriedade tem uma área total de 130 hectares, sendo que destes tem atualmente 75 hectares de vinha em produção, estando a área restante ocupada por floresta. Na adega aí instalada produzem-se, para além dos vinhos de quinta, marcas reconhecidas como Prova Régia e Morgado de Sta. Catherina.
 
A Denominação de Origem de Bucelas, 25 Km a norte de Lisboa, no vale do rio Trancão, foi demarcada em 1908 é considerada uma sub-região histórica, de enorme valor para Portugal. Mas os seus vinhos brancos, essencialmente elaborados a partir da casta Arinto, já antes disso eram muito apreciados no estrangeiro. Conta-se que o vinho de Bucelas teve uma enorme popularidade na época das Invasões Francesas (1808-1810), já que o Duque de Wellington, então comandante das tropas anglo-portuguesas contra os exércitos napoleónicos, um verdadeiro apreciador, decidiu levá-lo para Londres como oferta a Jorge III de Inglaterra.