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Café Belga abre as portas na Mouraria


Cafe Belga

Café Belga é um novo espaço na Mouraria, que visa trazer, à capital Lisboa, a vivência típica desses espaços da Bélgica. É no número 37 do Largo das Olarias, que pode visitar o novo espaço.


Iniciativa de Miguel Avelar, natural da Bélgica e arquiteto vocacionado para a área de restauro e recuperação de património edificado, a vivência dos cafés “nada tem a ver com outros conceitos de bares, pubs ou restaurantes”.


“Um café belga é um espaço onde a comida é muito boa, se bebe lindamente, e o ambiente é extraordinário para o encontro de amigos e, sobretudo, para conhecer novas pessoas. Julgo que esta é mesmo uma das características culturais mais interessantes da Bélgica”, explica Miguel.


O menu é pequeno mas variado e a maioria dos produtos é importada da Bélgica. O que é adquirido em Portugal é selecionado de forma escrupulosa para assegurar a qualidade. Todas as receitas foram desenvolvidas por uma tia belga de Miguel que, embora resida em Bali, na Indonésia, faz chegar ao sobrinho os segredos desta cozinha.

Prato do Cafe Belga


As batatas fritas são exemplo disso. Confecionadas tal como nas melhores Friteries Belgas, são fritas em banha de vaca, importada da Bélgica, e passam por um processo de banhos em duas fritadeiras profissionais com temperaturas diferentes. Depois, servem de acompanhamento para todos os pratos, desde o Boudin blanc à Cervela, do Boulet Liegeois à Carbonade Flamande.


Para beber existe uma seleção de cervejas belgas, três de pressão e 10 em garrafa. À pressão podemos encontrar uma Pils comum à Café Belga com 5% de volume, a Maredsous triple com 10% e a McChouffe preta com 8,5%, com preços que vão dos 2,50€ aos 4,30€ ou 5,00€, se estivermos a falar de versões em garrafa.

Bar Cafe belga


Toda a iluminação foi desenvolvida na Bélgica pelo irmão de Miguel e o design foi pensado para criar um lugar onde as pessoas se sintam bem. “Em Portugal sempre houve a tendência de investir muito na arquitetura de interiores e decoração para os novos espaços, na Bélgica não. E embora tenha construído tudo ao nível de revestimentos como tetos, paredes e pavimentos, tentou-se inverter essa tendência”, explica Miguel.